“Realmente não sei mais o que pensar dos hipócritas que se passam pelo que chamamos hoje de ‘fakes’.
Outro dia perguntei a razão de uma pessoa se passar por tamanha, com a licença de meu ponto de vista, idiotice, e ela sem medir palavras simplesmente respondeu que ‘ Tem medo de como a sociedade a veja de acordo com as suas atitudes, e que fakes geralmente são pessoas nas quais sua verdadeira sexualidade não querem demonstrar aos amigos, professores e principalmente à família, na qual têm medo de seres excluídas’.
Agora pergunto-lhes minha meia dúzia de leitores: ‘ Do que vale a vida sem seus desafios diários? Do que vale esta sem sermos nós mesmos? ’ Pois respondo: ‘NADA!’.
Acho, ou melhor, tenho a extrema certeza, que devíamos primeiramente deixar nosso preconceito de lado, e assumirmos quem as pessoas são e, principalmente, quem somos verdadeiramente. Mas o que também afirmo, com muitíssima tristeza, é que esse ‘processo de aceitação’ poderá demorar anos, décadas, séculos... já que o primeiro passo deve ser tomado, e isso é o que é difícil de fazer: ‘sermos nós mesmos”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário